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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Currículo: fazer ou não fazer? Eis a questão!


Currículo: passo a passo

Parece meio clichê, mas muita gente ainda se atrapalha na hora de elaborar um currículo simples e eficiente. Tudo bem, para algumas pessoas nunca foi uma tarefa fácil fazer um – e pelo jeito vai continuar não sendo, visto que atualmente, é preciso além de se elencar todas as rotineiras empresas onde você trabalhou, tentar chamar a atenção do recrutador. E o detalhe é que o currículo hoje só serve para colocar o candidato numa entrevista. Enviar um currículo para uma empresa não é sinônimo de interesse da mesma, a não ser que a empresa entre em contato. Bom, mas vamos discutir melhor assunto:

Eu já perdi a conta de quantos currículos eu já fiz e quantos 'updates' já realizei num mesmo currículo para várias empresas. Desta forma, vou tentar dar uma ajudinha pra quem ainda tem dúvidas.


Em primeiro lugar, é preciso estar disposto a fazer um currículo. Parece estranho, mas não é. A maioria das pessoas não quer ‘perder tempo’ fazendo um currículo, o que é no mínimo falta de inteligência, visto que o tempo médio para um recrutador avaliar um currículo é de no máximo 30 segundos! Desta forma, a idéia é que você faça seu currículo, pois quem mais além de você pra ter interesse em fazer um currículo interessante?

Pois bem, a partir do momento em que se quer aprender ou se pré-dispor a fazer um currículo, a primeira coisa a se fazer é escrever  basicamente nome, idade, estado civil, endereço, telefone e e-mail (este último se houver). Nesta primeira fase e ao contrário de alguns anos atrás, não se coloca mais números de documentos e outros detalhes que hoje soam como ‘perda de tempo’

O segundo passo é descrever o objetivo, ou qual o cargo ou área pretendida por você àquela empresa. Essa questão é polêmica. Muitos me perguntam: eu tenho que trocar o objetivo toda vez que o cargo for diferente? A resposta é: Sim. Mas há uma dica. A pessoa pode colocar nessa seção Objetivo, uma área de forma ampla.. Por exemplo: ‘Objetivo: trabalhar em áreas administrativas’ ou ‘Trabalhar na área industrial’. Mas o mais correto é que se você já sabe qual vaga a empresa está oferecendo, você imprima o currículo e descreva no Objetivo qual é o cargo anunciado, o qual você quer concorrer.

O terceiro ponto básico é elencar as experiências profissionais. Aqui deve-se colocar as empresas os quais o candidato trabalhou de forma decrescente, ou seja, da última para a primeira. É preciso colocar as datas de entrada e saída e a função exercida. Uma novidade nos currículos  atualmente é que nesse campo de experiências é preciso colocar um breve resumo do que o candidato fez naquela empresa. Por exemplo: Atuei no setor de Recursos Humanos exercendo procedimentos de rotina, acompanhamento de processos junto aos órgãos públicos, serviços bancários e atendimento aos clientes”. Se a vaga pretendida for para área gerencial, deve-se colocar os resultados atingidos durante a permanência na última empresa.

O quarto passo para um currículo bem feito é discorrer a sua formação. Deve-se então colocar o nome do curso (Técnico em Projetos, por exemplo) e o ano de inicio e termino. A regra do passo três, também vale aqui. É preciso colocar os cursos em ordem decrescente. Uma dica importante é que quem tem somente o segundo grau, coloque “Segundo grau’. Já quem terminou o curso técnico, não precisa colocar mais a expressão ‘segundo grau’. Essa regra não vale para quem já tem faculdade. Por exemplo, para quem já é pós-graduado, é preciso colocar a faculdade, visto que uma pessoa pode fazer a graduação em engenharia florestal e pode fazer uma pós-graduação em Gestão da Qualidade. Desta forma, depois da graduação, é importante colocar todos os cursos de pós.

O quinto passo é descrever o idioma. Caso você seja fluente ou tenha inglês instrumental, cite no currículo. Se você não tem domínio nenhum em nenhuma língua passe para a seção ‘Cursos extracurriculares’. Nesta você deve citar os cursos que fez, assim como palestras, seminários etc. Se o evento ou curso foi realizado por uma instituição importante, você deve citar, caso contrário não precisa.

Outra questão importante é a seção “cursos de informática”. Caso você seja um expert em TI, vale a pena colocar os cursos que fez juntamente com o seu nível de domínio de cada ferramenta e algum resumo do que aprendeu e a empresa que ministrou. Caso você não seja da área de TI, coloque somente os cursos que fez e no máximo o mês e ano de conclusão.

O ultimo passo do currículo é colocar a seção “Informações adicionais”. Nele pode-se colocar alguma experiência em projetos sociais, participação em algum projeto ligado à área ambiental e até religiosa. Se você tem um hobby que acha que a empresa achará interessante, pode também citar no currículo.

Dúvidas comuns:
Algumas pessoas podem ter algumas dúvidas como:
Eu não tenho experiência, como eu devo citar no currículo?
Caso a pessoa já tenha trabalhado, mesmo que informalmente, a dica é colocar isso no currículo, pois conta como experiência informal e isso é valorizado hoje. Já quem nunca trabalhou mesmo, deve dar ênfase aos cursos que fez durante a escola, faculdade etc. Isso é importante pois dá a percepção de que a pessoa não tem experiência, mas está ‘correndo atrás’.

Eu não tenho dinheiro para fazer cursos, como eu faço?
Esse questionamento hoje soa como desculpa. Não ter dinheiro não significa não ter condições de fazer cursos. Hoje em dia com R$ 2,00, por exemplo, é possível ter acesso numa lan house a vários cursos gratuitos pela internet. Vou citar alguns sites como o Next Generation para cursos na área de TI :http://www.nextgenerationcenter.com/; o site do SEBRAE do Espírito Santo: http://www.conect.es.sebrae.com.br/;
Outro site capixaba que oferece cursos é o SENAI: http://www.es.senai.br/; dentre outros.

Bom, por hoje acho que é suficiente. Caso algum leitor tenha dúvidas sobre confecção de currículo, escreva nos comentários que eu terei o maior prazer em responder.
 Até a próxima.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Novos cursos em 2008. Aproveite!



Essa é a hora!

Seguindo a nossa estratégia de cursos sob demana, nós da Gerir Cursos estamos divulgando pro início de 2007, nossos cursos pra todos os amigos interessados.

Clique no banner ao lado pra ampliar a imagem e ver mais detalhes.

Obrigado,

Danilo Mota
GERIR

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Fotos da Palestra sobre empregabilidade em Linhares




Pessoal,


De forma a contribuir com a comunidade a Gerir Consultoria e Cursos fez uma palestra sobre Empregabilidade na Escola Cedtec em Linhares. Vejam as Fotos da atuação dos professores Claudio Amorim e Danilo Mota.
Havendo novidades, estaremos em contato.
Danilo




sábado, 16 de junho de 2007

Comunicação: Ferramenta essencial para o bom atendimento

Uma das grandes dificuldades das empresas no que tange às suas relações tanto pessoais quanto institucionais, diz respeito à comunicação. Este é um tema sempre em voga.

Na questão do atendimento ao cliente por exemplo, por que é tão difícil a comunicação?
Para tentar entender a comunicação, temos que conhecer suas premissas básicas, para depois então tentar adequá-la ao máximo às nosas atividades

Comunicação: Definição
Para PEREIRA1: “Comunicação é o processo intelectual e físico pelo qual uma mensagem contendo uma informação e constituída de signos extraídos de um código é transmitida de um emissor para um receptor sob a forma de sinais enviados através de um canal

Elementos do processo de comunicação clássicos

Emissor

Emissor é aquele que produz, quem cria e emite a mensagem, é o responsável pela mensagem, onde o processo se origina. É qualquer ser capaz de produzir e transmitir uma mensagem. Toda mensagem tem um emissor identificado e caracterizado como tal.

Receptor

É o destinatário da mensagem, quem a recebe e interpreta. Pode ser uma pessoa ou um grupo de pessoas, como na comunicação de massa. Para haver comunicação é preciso que haja ao menos um receptor. Uma mensagem enviada mais não recebida não é considerada uma comunicação.

Mensagem

Mensagem é o conteúdo transmitido do emissor ao receptor. É qualquer coisa que o emissor envie com a finalidade de passar informações, toda e qualquer peça de comunicação. Tecnicamente a mensagem não é o que o emissor quer dizer (que é definido como significado proposto da mensagem), mas sim o que ele diz, da forma como diz.

Toda mensagem é composta por idéia e sentimento. As mensagens transmitem simultaneamente uma informação cognitiva e uma informação emocional, e as duas partes são fundamentais para a transmissão do significado.

Signos

São os elementos básicos de qualquer mensagem, as menores unidades de informação. Uma letra é um signo, mas uma palavra também. Tudo aquilo que significa alguma coisa, que carrega um significado, é um signo.

Código

Definido da forma mais simples, código é a linguagem na qual a mensagem é transmitida. Toda mensagem, para ser transmitida precisa ser codificada, ou seja, expressa em uma linguagem comum ao emissor e ao receptor. Essa linguagem, qualquer que seja ela, é um código. O português que usamos nesse texto é um código. Mas não apenas as linguagens escritas ou faladas são códigos, toda linguagem o é. Os gestos e expressões que utilizamos nas comunicações também fazem parte de um código, o da linguagem não-verbal.

Código também é o conjunto dos signos. Tecnicamente podemos definir o código como o sistema convencional de signos e regras para o uso desses signos.

Repertório

Repertório é a parte do código que uma pessoa domina, é a quantidade de signos que ela sabe utilizar. As palavras para as quais uma pessoa sabe os significados é o seu repertório, a parte do código que ela está capacitada a utilizar.

Sinais

Textos mais antigos usam indistintamente os termos signos e sinais, como se fossem sinônimos. Sinal, tecnicamente falando, tem o mesmo sentido usado nas telecomunicações: sinal de áudio, sinal de vídeo. Sinais são o fenômeno físico no qual os signos são convertidos para serem transmitidos.

O som viaja por ondas sonoras, que são nada mais que a vibração do ar. Essas ondas são os sinais. As ondas de radiofreqüência do rádio ou da TV são sinais. O impulso elétrico transmitido pelos cabos telefônicos é um sinal. No visor do seu celular há um indicador da qualidade do sinal, que iIndica a todo momento a intensidade das ondas de rádio que chegam àquele receptor.

Canal

É o meio físico que transporta os sinais do emissor ao receptor. O ar, quando falamos, é um canal de transmissão da mensagem. O papel onde este texto está escrito é um canal. A faixa de freqüência da estação de rádio é um canal, assim como o da TV.

No próximo post, mais informações sobre comunicação.

1. PEREIRA, José H. Curso Básico de Teoria da Comunicação. Rio de Janeiro: Quartet: UniverCidade, 2001.